Baptismo de surf

2008.Maio.8

A primeira 2ª feira de Maio foi fantástica!

Os alunos do 7º ano tiveram a oportunidade de se iniciarem no surf.  Foi uma experiência única.  O contacto com o mar, a praia,  o ar  marítimo  foram uma motivação extra. Nas aulas, um dos temas abordados foi o dos obstáculos. Durante esta actividade tiveram de desenvolver algumas competências para ultrapassarem os obstáculos que foram surgindo. É verdade que muitos caíram da prancha e mais alguns beberam mais água do que estavam à espera. Mas a alegria que partilharam mostrou que o dia valeu a pena.

As fotos estão aí, para revelarem um pouco do ambiente vivido.

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Dia radical

2007.Junho.25

No dia 20 de Junho, os alunos dos 7º e 8º anos inscritos em EMRC participaram no dia radical.

O S. Pedro, danado para a radicalidade como é, deu um ar da sua graça e apareceu a meio da manhã, sem ser convidado, na praia fluvial de Adaúfe. Como estávamos avisados os estragos não foram por aí além: alguns aventureiros mais fervorosos pura e simplesmente molharam-se…

Durante essa manhã os alunos praticaram escalada, teia, slide e canoagem. O espírito de grupo foi grande, os obstáculos enormes e o incentivo aos menos corajosos inqualificável (até houve a promessa do Benfica ser campeão no próximo ano!).

Tarefa complicadíssima foi tirar os alunos da praia fluvial para os autocarros. Nem a barriga a dar horas ajudou… Foi preciso lembrar as actividades da tarde. E mesmo assim houve alguns que preferiam “o pássaro na mão do que dois a voar”.

Fizemo-nos ao caminho rumo à quinta de S. Cristóvão, em Valdreu, onde um churrasco nos esperava.

Depois do gelado, que era a sobremesa, chegou a altura da caminhada pelo rio, que ajudou a fazer a digestão.

Chegados ao ponto de partida, uns foram praticar tiro com arco, outros paintball e outros jogos populares. Cada grupo foi rodando por estas actividades e intercalando com um mergulho na piscina.

Se já tinha sido difícil tirá-los da praia fluvial, sair de Valdreu nem se fala. Quando chegámos à escola o relógio já marcava quase 19 horas e todos os autocarros tinham saído. Valeu o espírito de ajuda e o esforço de alguns pais que não se importaram de sair do seu rumo para deixar alguns alunos nas suas casas. O presidente do Conselho Executivo esperava-nos e, também ele, deu boleia a alguns alunos.

Quanto ao S. Pedro, depois da primeira repreensão, nunca mais apareceu…