Boas Férias de Natal

2006.Dezembro.22

presépio

Apesar das coisas más que vão acontecendo, mesmo à nossa volta, na nossa escola, Deus não nos abandona, não desiste de cada pessoa. o Menino Jesus é a melhor imagem desta não desistência de Deus. Ele é o Emanuel, “Deus connosco”.

Um Santo Natal

velas

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Dia Internacional da Tolerância

2006.Novembro.16

A nossa escola assinala o Dia Internacional da Tolerância com várias actividades. Uma delas é a palestra do Arcebispo Primaz de Braga e Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga.D. Jorge

Quem é o Bispo que vem à nossa escola?

O D. Jorge nasceu em Brufe, Vila Nova de Famalicão. Estudou nos Seminários de Braga e ordenou-se sacerdote em 1967. Durante dois anos foi Vigário Cooperador na paróquia de S. Vítor, em Braga. Licenciou-se na Faculdade de História Eclesiástica da Universidade Gregoriana, em Roma, onde também frequentou o currículo para o doutoramento.

Regressado a Braga, trabalhou dois anos na Secretaria Arquiepiscopal, tendo ao mesmo tempo colaborado na pastoral da Igreja dos Terceiros. Foi depois nomeado Reitor da Igreja dos Congregados. Em 1985 foi nomeado Cónego Capitular da Sé de Braga.

Em 1987 o Papa João Paulo II nomeou-o Bispo Auxiliar de Braga e dois anos depois foi conhecida a sua nomeação para Arcebispo de Braga. Na conferência Episcopal presidiu à Comissão Episcopal da Doutrina da Fé e pertenceu à Comissão Episcopal da Educação Cristã. Actualmente, e para o triénio 2005-2008, é o Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.


Lenda de S. Martinho

2006.Novembro.10

S. MartinhoMartinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.
Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo.
Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.
De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.
Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão!
Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.