Tautologia

2007.Outubro.30

Sabes o que é a tautologia?

 

É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.

O exemplo clássico é o famoso subir para cima ou o descer para baixo. Mas há outros, como podes ver na lista:

– elo de ligação
– acabamento final
– certeza absoluta
– quantia exacta
– nos dias 8, 9 e 10, inclusive
– juntamente com
expressamente proibido
– em duas metades iguais
– sintomas indicativos
– há anos atrás
– vereador da cidade
outra alternativa
– detalhes minuciosos
– a razão é porque
– anexo junto à carta
– de sua livre escolha

todos foram unânimes
– conviver junto
– facto real
– encarar de frente
– multidão de pessoas
– amanhecer o dia
– criação nova
– retornar de novo
– empréstimo temporário
– surpresa inesperada
– escolha opcional
– planear antecipadamente
– abertura inaugural
continua a permanecer
– a última versão definitiva
possivelmente poderá ocorrer
– comparecer em pessoa
– gritar bem alto
– propriedade característica
demasiadamente excessivo
– a seu critério pessoal
– exceder em muito.

 

 

Todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, surpresa inesperada. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fica atento às expressões que utilizas no teu dia-a-dia.

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Dia Internacional da Tolerância

2006.Novembro.16

A nossa escola assinala o Dia Internacional da Tolerância com várias actividades. Uma delas é a palestra do Arcebispo Primaz de Braga e Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga.D. Jorge

Quem é o Bispo que vem à nossa escola?

O D. Jorge nasceu em Brufe, Vila Nova de Famalicão. Estudou nos Seminários de Braga e ordenou-se sacerdote em 1967. Durante dois anos foi Vigário Cooperador na paróquia de S. Vítor, em Braga. Licenciou-se na Faculdade de História Eclesiástica da Universidade Gregoriana, em Roma, onde também frequentou o currículo para o doutoramento.

Regressado a Braga, trabalhou dois anos na Secretaria Arquiepiscopal, tendo ao mesmo tempo colaborado na pastoral da Igreja dos Terceiros. Foi depois nomeado Reitor da Igreja dos Congregados. Em 1985 foi nomeado Cónego Capitular da Sé de Braga.

Em 1987 o Papa João Paulo II nomeou-o Bispo Auxiliar de Braga e dois anos depois foi conhecida a sua nomeação para Arcebispo de Braga. Na conferência Episcopal presidiu à Comissão Episcopal da Doutrina da Fé e pertenceu à Comissão Episcopal da Educação Cristã. Actualmente, e para o triénio 2005-2008, é o Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.