Sementes e semeadores

2006.Novembro.24

Queridos alunos e alunas:
Algumas pequenas sementes,
Gostaria agora de colocar nas vossas mãos.

Lembrai-vos que foi semente a vossa vida,
No grande milagre da sua aparição.

Não esqueçais
Que é fruto de uma semente lançada com amor,
A existência singular de cada um de vós.

Tocai essas sementes,
E recordai os semeadores da primeira hora,
Os vossos pais,
Que primeiro semearam
Em dor e amor,
Em esperança e confiança,
Este tempo que agora é vosso.

Eles acreditaram em vós,
Antes mesmo de verem
O fruto nascer!

É semente a vossa vida,
A germinar, a florescer, a frutificar,
No terreno fértil da vossa consciência,
Do vosso pensamento, do vosso coração!
Dará frutos, doces ou amargos,
Segundo o dom e a liberdade de cada um.

Tomai, estas sementes, entre mãos,
E vereis que outros semeadores,
Deitaram a mão, ao arado,
No lavradio difícil das vossas vidas,
Tantas e ainda por desbravar.

Semeadores,
Foram os vossos professores,
Que acreditaram na força vital
Das boas sementes, do bem, da ciência e da verdade
Só essas sementes podiam encher de frutos
As vossas mãos puras e vazias.
Pais e professores, demais educadores,
Aceitaram a tarefa desta sementeira,
E, com a paciência do lavrador,
Deixarão, para outros, a hora da ceifa.

Dou-vos agora um pequenino
Saco de sementes!

Elas são as coisas pequeninas
Destes verdes anos,
Que hão-de ganhar caule
E dar o precioso fruto,
Nos tempos vindouros,
Que porventura,
Só vós gozareis.

Estas sementes
São a nossa vida na vossa vida.
São a vossa vida na vida de cada um de nós!

Acreditai:
Sois a nossa Terra prometida,
Os filhos da nossa eleição!
A nossa alegria mais profunda
É que deis muito fruto!

A. Madureira e A. Gonçalo


Dia Internacional da Tolerância

2006.Novembro.16

A nossa escola assinala o Dia Internacional da Tolerância com várias actividades. Uma delas é a palestra do Arcebispo Primaz de Braga e Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga.D. Jorge

Quem é o Bispo que vem à nossa escola?

O D. Jorge nasceu em Brufe, Vila Nova de Famalicão. Estudou nos Seminários de Braga e ordenou-se sacerdote em 1967. Durante dois anos foi Vigário Cooperador na paróquia de S. Vítor, em Braga. Licenciou-se na Faculdade de História Eclesiástica da Universidade Gregoriana, em Roma, onde também frequentou o currículo para o doutoramento.

Regressado a Braga, trabalhou dois anos na Secretaria Arquiepiscopal, tendo ao mesmo tempo colaborado na pastoral da Igreja dos Terceiros. Foi depois nomeado Reitor da Igreja dos Congregados. Em 1985 foi nomeado Cónego Capitular da Sé de Braga.

Em 1987 o Papa João Paulo II nomeou-o Bispo Auxiliar de Braga e dois anos depois foi conhecida a sua nomeação para Arcebispo de Braga. Na conferência Episcopal presidiu à Comissão Episcopal da Doutrina da Fé e pertenceu à Comissão Episcopal da Educação Cristã. Actualmente, e para o triénio 2005-2008, é o Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.


A melhor criação

2006.Novembro.16

Lenda de S. Martinho

2006.Novembro.10

S. MartinhoMartinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.
Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo.
Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.
De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.
Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão!
Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.


“I only ask of God”

2006.Novembro.7


I only ask of God
He won’t let me be indifferent to the suffering
That the very dried up death doesn’t find me
Empty and without having given my everything

I only ask of God
He won’t let me be indifferent to the wars
It is a big monster which treads hard
On the poor innocence of people
It is a big monster which treads hard
On the poor innocence of people

People… people… people

I only ask of God
He won’t let me be indifferent to the injustice
That they do not slap my other cheek
After a claw has scratched my whole body

I only ask of God
He won’t let me be indifferent to the wars
It is a big monster which treads hard
On the poor innocence of people
It is a big monster which treads hard
On the poor innocence of people

People… people… people

Solo le pido a Dios
Que la guerra no me sea indiferente
Es un monstro grande y pisa fuerte
Toda la pobre inocencia de la gente
Es un monstro grande y pisa fuerte
Toda la pobre inocencia de la gente

People… people… people